[Debate] Conceito de beleza vs media

Started by Navyseal, April 06, 2007, 10:00:12 PM

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blue9seed

Sem querer sair do tema, rurouni a tua opinião está bem argumentada, tanto do aspecto cultural, como do aspecto biológico, resta saber, e não te estou a acusar de nada, apenas a referenciar algo ou a pôr em causa o que disseste, se tu segues contrariamente aquilo que falas-te ou seja, se mantens um comportamento "menos animalesco" e mais "humano", discordo contigo, porque, está te escrito no teu código genético, no teu no meu e no de toda a gente, o conceito próprio de beleza que temos, por muito que digas que não tens um comportamento, mais "animalesco" ( volto a referir que não estou a usar esta palavra como meio de ofensa a ninguém mas como uma simples força de expressão) tens lo sempre dentro de ti, ou o teu comportamento, mantém-se igual depois de reparares numa rapariga que te chama a atenção tanto no sentido físico como no sentido da personalidade... Não te estou a criticar, apenas a generalizar a questão, embora muita gente diga que não pode ser generalizada ela pode sê-lo. Mais a escolha de um parceiro, na "night" isso para mim é treta, eu nunca tive essa necessidade, embora verdade seja dita os lugares que frequento provavelmente não servem para isso, posso afirmar que já conheci pessoal bacano na "night" e que até agora ainda não perdi o contacto com eles e continuamos a sair juntos e para os mesmos sitios... Agora quando me falas em antros de hipocrisia elitista como discos e etc... Aí já acredito que encontres a bendita por muitos sociedade-juvenil-da-facilidade-e-da-tristeza interior-que-só-se-sente-realizada-com-noitadas-completamente-anti-culturais-e-sem-qualquer-tipo-de-objectivo-
a-não-ser-apanhar-uma-grande-chiba-ou-uma-grande-moca (é pá o nome desta associação dava uma sigla valente ) eu não me prendo a esse movimento felizmente, por isso é resolvi comentar a tua respostas ( que digo desde já extremamente cultural e esclarecedora)...

KTachyon

Quotehomo sapiens sapiens, tal como os outros animais, evoluia segundo estas regras. Tudo para prepetuar a espécie.
E com todo o respeito, tudo aquilo que fazes, dizes e sentes está sob o dominio do teu inconsciente. É algo que nunca controlarás totalmente recorrendo ao raciocinio consciente. Por mais que lutes contra isso não és diferente dos outros. Estas sob o dominio do teu instinto animal. E neste caso, não ser "elitista" seria procurar um parceiro desadequado tal como um carro, uma arvore, um asteroide... Ninguém escolhe conscientemente de quem gosta. Porque será?
E eu nunca disse que so as "Miss Beleza e Paz no Mundo" e os "Brad Pitts" é que arranjam parceiro. Calma la! Eu falei em padrões básicos universais.
Se mesmo assim não estiver claro o suficiente podemos passar a falar de feromonas e compatibilidades geneticas.
Mas numa de não ser preciso ir ao Wikipedia buscar a falha na teoria...   [/align:36bc1ffa37]

Infelizmente para ti, estás errado neste ponto. A abordagem elitista é uma abordagem suicída para uma espécie, seja ela um ser complexo ou uma mera bactéria. A manobra elitista seria focar os genes da espécie todos para um mesmo ponto, até uma altura em que a quantidade de genes dominantes seria tão grandes que a espécie só produziria clones... ou quase. Significa o fim da diversidade genética, logo qualquer fraqueza que possa existir num indivíduo, existe em todos eles. É anti-natural.

O elitismo explica-se em diversas áreas (as k tenho mais conhecimento são as da Inteligência Artificial e a da Genética). Podes dar uma vista de olhos e irás confirmar como tenho razão.


QuoteConclusão: O talho continua o mesmo...  :boa:[/align:36bc1ffa37]

Por acaso, no meu meio, a disco é mesmo a última coisa da noite. E, normalmente ou se vai para lá já acompanhado, ou só para estar entre amigos para curtir um som.
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tanuska

QuoteA Tanuska anda a enganar o Linkinboy?
loool

Nao. O vizinho era ele! Duh xD



Navyseal

Isto é tudo muito bonito visto do prisma da ciência, mas a verdade é que seja genético ou não, ao homem muito pouco se aplica.
O homem nem sequer pode ser comparado do ponto de vista sexual ou de escolha de parceiros aos chimpanzés, porque se as coisas fossem assim, ninguém tinha problemas em encontrar parceiro/a. Bastava sair a rua e saltar em cima da primeira pessoa que se encontrasse. Basta ver nos documentários que os chimpanzés tem relações sexuais seja com familiares ou não, seja com o mesmo sexo ou sexo oposto, o que interessa é deitar a semente cá para fora. Agem puramente por instinto.

Já Freud dizia: o que distingue o homem do animal é a consciência.

Esta mesma consciência da realidade aliada a educação baseada em conceitos religiosos, é que impede o homem de se comportar como um verdadeiro animal e de expressar a tal genética que foi falada.
Daí que possa ser explicado a busca por mocas, bebedeiras ou como lhe queiram chamar, a chamada fuga a realidade, ao peso que a consciência exerce, para pelo menos durante umas horas sentir-se livre para fazer o que conscientemente não é capaz de fazer.

Numa coisa os animais são felizes, pois não sabem mentir, enquanto o homem pode tentar fazer a corte a fêmea inúmeras vezes, esta vai-se deixar sempre levar pela atenção que ele lhe dá, só quando o homem se manifesta sobre os seus sentimentos de forma aberta e clara é que ela vai montar aquela parede do "amigo" (e porque não foi logo directa em rejeita-lo tal como as fêmeas selvagens o fazem?). Aquilo que eu chamo de oportunismo afectivo ou oportunismo de afectividade.
Já conheces o meu novo blog? http://slayeralfa.blogspot.com

rurouni

blue9seed, vamos lá ver, eu não fiz uma critica à população humana pondo-me de parte como perfeito e imaculado. Longe disso! Tenho muitos defeitos por sinal até. O que eu tentei foi descrever o tema em questão do ponto de vista do observador. Porque feliz ou infelizmente perco bastante tempo a observar a realidade à minha volta. Tentando analisar tudo como se chegasse aqui do nada e tudo fosse novo para mim. Nem nunca disse que não tenho lado animal. Por amor do ââ,¬Å"Senhor Jesus Amem Nos Salveââ,¬Â. Como é óbvio, para uma pessoa dita normal como eu, o mundo do sexo oposto mexe comigo. Não vivo numa bolha onde tudo me chega esterilizado. E sei muito bem que inconscientemente procuro certos padrões que conscientemente nem fazem muito sentido para mim. A única diferença é que não me deixo cair no ridículo como a maioria e penso duas vezes antes de seguir cegamente as pulsões libidinais e afins.
E não tenhas qualquer problema em me chamar animal ou algo do género. Pelo contrario. Não me ofende nada. Eu sou dos da paz. E tenho perfeita noção do miserável animal que sou neste universo em colapso.
Fico contente por também não te prenderes a esse movimento. Embora sejamos uma raça em vias de extinção e rotulada como ââ,¬Å"Os Do Contraââ,¬Â. Mas nunca fui muito de me dar aos prazeres de tendência ovina que a maioria revela. :boa:

KhAoTiK_TaChYoN, agora sim percebo ao que te referias quando falaste de elitismo. Pensei que te referias a outra coisa. Falando então nesse ââ,¬Å"elitismoââ,¬Â ao que eu me referiria como ââ,¬Å"diminuição da variabilidade genéticaââ,¬Â, isso não é algo que esteja ao nosso alcance mudar. É o meio que decide quais os genes mais aptos. O ser humano apenas tem o papel passivo de viver consoante o que tem. Mas se formos a ver desse prisma, então nunca haveria evolução. Há que seguir um rumo para que uma espécie se diferencie de outra e passem a ser distintas. Não vejo o ponto que referes como ââ,¬Å"contra-naturaââ,¬Â (a não ser que também não esteja a entender a forma como queres aplicar esse termo). Se uma espécie tiver de se extinguir por falta de variabilidade genética não deixa de ser algo natural. Não iria ser a primeira nem a ultima vez que algo acontece. Agora aplicando estes conceitos ao ser humano, é de se esperar que mais cedo ao mais tarde a espécie humana evolua para subespécies. Desengane-se aquele que acredita que o actual hominídeo ââ,¬Å"dominanteââ,¬Â no planeta, criado à imagem lá do ââ,¬Å"Deusââ,¬Â, é perfeito e eterno. Mas também não será por todos preferirem um estereotipo que a variabilidade cessa. Há muito por onde escolher dentro do mesmo estereotipo.
Quanto ao resto sobre ââ,¬Å"disconaitesââ,¬Â e não sei das quantas não vale a pena falar mais. Já deu para eu perceber que levaste a peito a cena das ââ,¬Å"naitesââ,¬Â embora não tendo nada a ver com os teus hábitos. Esquece lá issoââ,¬Â¦

Navyseal, se eu não tivesse ido contigo às aulas de Psicologia diria que tinhas faltado muitas vezesââ,¬Â¦ Estas a trocar tudoââ,¬Â¦ O que dizes ser a consciência, segundo Freud, trata-se do Superego. Esse sim opõe-se às pulsões do Id e controla o Ego. Vai lá ler outra vez essa parte da matéria LOL
Quanto ao resto que dizes dos chimpanzés nem vou comentarââ,¬Â¦ Eu conheço bem esse teu desejo de ser um Bonobo. Mas não vale a pena. Falta-te muito pelo. O resto é conversa da treta. Não é o não saberem mentir. É o não comunicarem verbalmente. É mais difícil fingir em linguagem corporal. E a receptividade é muito fácil de avaliar em linguagem corporal.  :wink:[/align:61be760f6a]

blue9seed

Não menosprezando a minha pessoa, não estou em pé de igualdade, para discutir este assunto com vocês, recordando os meus tempos de filosofia, (porque de psicologia não tenho mais que cultura geral) o meu saber nestas questões é inato, e totalmente adquirido pela minha vivência do dia-á-dia. Lembrei deste tópico hoje, depois de passar de chegar de manhã há escola, fui habitualmente ao café para a minha bica e o meu cigarro, e tive uma curiosa conversa com duas das pessoas que mais gosto de falar, por aqueles lados, sendo uma do sexo masculino e outra do sexo feminino (lol não pensei que tive a fazer de vela porque não estive) enquanto que ele tem 19 anos e ainda faz parte da minha geração ( já vou prós 21 :S) e ela 17, ambos brilham na minha mente e na minha consideração, porque tal como eu não se adaptam, pusemos-nos a observar o café inteiro( lol senhor rurouni eu também tenho esse hábito) e o que se acaba por descobrir num grupo de 20/30 pessoas, é que não passam de bocados de carne com um comportamento completamente estúpido, infantil e com uma necessidade de afirmação no sentido mais estúpida dela mesma. A única coisa que me faz confusão é não entender porque cada pessoa não mantém a sua originalidade mais própria, e sacrifica o seu eu por uma convivência numa sociedade podre, e que cada vez se afunda mais... E isto aplica-se em todos os sentidos, mas sobretudo na imagem que pretendem transmitir... Eu gosto de me afirmar pela minha originalidade (agora não porque ando a imitar o KhAoTiK) mas em ponto pequeno (lol deixar crescer a pêra mas ela anda devagar) e já todo o meu circulo de amigos me diz que fica mal e que não encaixa comigo, sinceramente estou me a cagar para isso porque, eu gosto de ver e além disso transmite um pouco da cultura de que faço parte... Sinceramente, se esta nova geração primasse pela sua originalidade própria em vez da originalidade dos Morangos e do consumismo, iam muito mais longe e não se afogavam em estupidez degenerativa e crónica...

Lok

QuoteFriamente falando, o macho, inconscientemente, buscará SEMPRE a fêmea que para si tem os melhores genes (é daqui que vem o gosto pela beleza), que seja capaz de gerar (é daqui que vem o gosto pelas ancas largas e cinturas finas), capaz de alimentar (é daqui que vem o gosto por seios grandes) e educar (é daqui que vem o gosto pela personalidade e maneira de ser) as hipotéticas crias que terão em conjunto.
Por outro lado a fêmea, inconscientemente, também desejará SEMPRE um macho que no seu entender pessoal tenha bons genes (beleza, ar simpáticoââ,¬Â¦ como queiramââ,¬Â¦), que saiba educar a cria (personalidade e maneira de ser) e que seja forte aka bem sucedido (para a conseguir proteger, dar sensação de segurança à fêmea e ser capaz de trazer o ââ,¬Å"tachoââ,¬Â para casa todos os dias).
Este último ponto dos ââ,¬Å"desejosââ,¬Â femininos é o que confunde a maioria. Isto porque hoje em dia a realidade mudou bastante para o homo sapiens sapiens. Hoje em dia o papel de macho bem sucedido tem mais variantes do que tinha há milénios atrás no tempo dos mamutes. Hoje em dia um macho capaz de proporcionar segurança à fêmea já não é só o macho robusto e fisicamente bem estruturado, nem aquele que com a sua inteligência consegue tomar partido dos recursos do meio. Hoje em dia o macho bem sucedido já pode ser um real grunho, barrigudo e velho, isto porque pode comprar essa segurança com o verde e dourado que dos seus bolsos brota.

Nunca gostei dessa conversa sobre os genes, é como dizeres que nós como seres humanos, não temos controlo sobre nós proprios.
 já agora, estás a dizer que nós todos, apreciamos esse tal modelo de mulher que escreveste ( seios grandes, cintura fina, etc.), se assim fosse, entao coitadas das mulheres que não têm essas caracteristicas... Aliás, a forma como vemos a beleza tem mudado muito ao longo dos séculos, por isso não podes dizer que isso é instinto ou algo parecido.

Uma coisa é certa, ao dizeres que o ser Humano é apenas comandado pelos instintos para encontrar parceira é uma coisa absurda, até mesmo estares a comparar-nos aos animais, visto para mim serem apenas os rôbos da natureza, ao contrario de nós, estás a esquecer-te dos sentimentos, por exemplo o amor, dizes que os animais tambem sentem isso? Eu acho que não...

Mas como sempre confundem o amor com atracção, que são duas coisas completamente diferentes, do que tu falas é apenas atracção sexual e não amor.
There is a time when the operation of the machine becomes so odious, makes you so sick at heart, that you can't take part; you can't even passively take part, and you've got to put your bodies upon the gears and upon the wheels, upon the levers, upon all the apparatus, and you've got to make it stop. And you've got to indicate to the people who run it, to the people who own it, that unless you're free, the machine will be prevented from working at all!

blue9seed

Lok o amor é um estado biológico também...

Lok

Sim, mas è isso que nos distingue dos animais, e amor a meu ver n tem de estar relacionado com reproduçao ou sexo.
There is a time when the operation of the machine becomes so odious, makes you so sick at heart, that you can't take part; you can't even passively take part, and you've got to put your bodies upon the gears and upon the wheels, upon the levers, upon all the apparatus, and you've got to make it stop. And you've got to indicate to the people who run it, to the people who own it, that unless you're free, the machine will be prevented from working at all!

Navyseal

O conceito do amor não entra na teoria da ciência. Os animais não se apaixonam, limitam-se agir por instinto.
E também o facto de haver casais em que os parceiros fogem do estereotipo caracterizado como "atraente" não podem ter por base a ciência, esta é apenas uma forma de explicar a atracção, mas ja ficou mais que provado que os pares cientificamente compatíveis na realidade raramente ficam juntos. Há o tal click que os atrai, mas a partir do momento em que falam o click diminui de intensidade ou acaba mesmo.
Já conheces o meu novo blog? http://slayeralfa.blogspot.com

KTachyon

QuoteKhAoTiK_TaChYoN, agora sim percebo ao que te referias quando falaste de elitismo. Pensei que te referias a outra coisa. Falando então nesse ââ,¬Å"elitismoââ,¬Â ao que eu me referiria como ââ,¬Å"diminuição da variabilidade genéticaââ,¬Â, isso não é algo que esteja ao nosso alcance mudar. É o meio que decide quais os genes mais aptos.

Os chamados dominantes, que se impõem sobre os genes recessívos. Para manter a variabilidade, apenas metade da informação genética da pessoa é usada na outra pessoa, ou seja, metade da informação genética é da mãe, metade é do pai.

A título de exemplo, imagina que ter cabelo escuro é dominante (de certa forma é, mas não é bem assim), logo se o pai tiver um gene que define o seu cabelo como sendo moreno e outro que diz que ele deve ser louro, o pai é moreno. Se a mãe tiver os dois genes que a definem como loura, a mãe é loura. O filho será moreno se o gameta que lhe é enviado pelo pai for o gameta dominante, caso contrário o filho será louro.


QuoteO ser humano apenas tem o papel passivo de viver consoante o que tem. Mas se formos a ver desse prisma, então nunca haveria evolução. Há que seguir um rumo para que uma espécie se diferencie de outra e passem a ser distintas. Não vejo o ponto que referes como ââ,¬Å"contra-naturaââ,¬Â (a não ser que também não esteja a entender a forma como queres aplicar esse termo). Se uma espécie tiver de se extinguir por falta de variabilidade genética não deixa de ser algo natural. Não iria ser a primeira nem a ultima vez que algo acontece. Agora aplicando estes conceitos ao ser humano, é de se esperar que mais cedo ao mais tarde a espécie humana evolua para subespécies. Desengane-se aquele que acredita que o actual hominídeo ââ,¬Å"dominanteââ,¬Â no planeta, criado à imagem lá do ââ,¬Å"Deusââ,¬Â, é perfeito e eterno. Mas também não será por todos preferirem um estereotipo que a variabilidade cessa. Há muito por onde escolher dentro do mesmo estereotipo.

A questão da escolha do parceiro não é genética. Aliás, a questão da escolha está bem explícita no verdadeiro tema deste tópico... as influências da sociedade. Se eu vos disser que há alguns séculos os homens preferiam mulheres mais... \\'largas\\', muitos são capazes de não acreditar. Mas é verdade...

Hj em dia o ppl liga a TV só vê modelos mais magras que um taco de basebol, com pornada a torto e a direito... é claro que muitos se deixam moldar por aí. Cabe às pessoas serem inteligentes ao ponto de não se deixar afectar pela lavagem cerebral. Ou tentar utilizar a própria inteligência a nosso favor...

Se vocês acham que as gajas só querem homens giros, musculados, com dinheiro e Porshes, Audi TTs, BMWs, Mercedes,... e não abrem os olhos, acham que ela vos merece? Um dia, se for preciso vão estar a andar com uma amiga dela e ela vê que fez mal e vai andar roídinha de remorsos por isso... E nessa altura quem vai ser a rejeitada vai ser ela. Cabe-vos a vocês escolherem se vale a pena insistir ou vêm k ela é mesmo uma tapadinha se remédio e partem para outra.

Ou então têm outra opção... ganham guito, compram um carrão, fazem umas plásticas, vão ao ginásio, infiltram silicone na musulatura, wtv... é o k acharem melhor. Há falta disso, só têm é que se mexer e ser inteligentes...

Se vocês acham que elas vêm ter comigo, estão muito enganados. Elas até podem dizer, "ah e tal, até és giro...", e depois? Como a gaja e depois mando-a embora e chamo-a quando me a apetecer pinar outra vez? Se elas escolhem os gajos por serem musculados e por terem carro ou dinheiro,... depois o que acontece quando não há conteúdo na relação? Se elas têm interesse no resto, o mais provável é só lhe porem um par em cima... Vocês acham que vale a pena uma gaja assim? Epah... se acham é convosco.

Só tenho a dizer que existem muitas raparigas que não pensam assim, algumas difíceis como tudo, mas que nunca se precipitam numa relação com os requisitos que vocês dizem que elas têm.


QuoteQuanto ao resto sobre ââ,¬Å"disconaitesââ,¬Â e não sei das quantas não vale a pena falar mais. Já deu para eu perceber que levaste a peito a cena das ââ,¬Å"naitesââ,¬Â embora não tendo nada a ver com os teus hábitos. Esquece lá issoââ,¬Â¦

Eu não levei a peito. Apenas acho que estás errado em dizer que "toda" a gente escolhe enfiar-se numa discoteca e depois ir para outro lado. Eu penso que é mais ao contrário... a não ser que o último sítio seja mesmo a cama, acompanhado ou não.
My Q4 estimate: Macs: 5.89M; iPods: 4.19M; iPhones: 30.0M; iPads: 18.05M; Revenue: 37.00B; EPS: 9.50
AAPL Q3 result: Macs: 4.02M; iPods: 6.80M; iPhones: 26.0M; iPads: 17.04M; Revenue: 35.02B; EPS: 9.32

rurouni

blue9seed, estas tão apto para debater estes assuntos como todos os outros aqui presentes. Para discutir assuntos relacionados com existencialismos basta existir-se e ter-se consciência disso. Tudo o resto vem das experiências que viveste, analisaste e processaste. Aprendemos sempre com as experiências dos outros. E pelo que vejo és muito parecido comigo. Também já descobriste os bocados de carne que por aí andam. Bocados de carne voláteis. Mas o mais engraçado nisto tudo é que nunca irá mudar. Irá ser sempre assim. É a natureza humana. E para nos, os ââ,¬Å"existencialistas amadoresââ,¬Â, só nos resta descobrir o absurdo que a vida é e aceita-la como tal.


Lok, longe de mim querer mudar a imagem que tens da realidade. Aliás, acredito que a melhor forma de tolerar a vida é ter uma visão tão enaltecedora do Ser Humano. É muito mais confortável. Ver que os animais não passam de recursos alimentares para o Homem ou apenas para povoar a paisagem. Os tais ââ,¬Å"robôs da naturezaââ,¬Â como dizes. Juro-te que pessoalmente preferiria pensar assim. Imaginar que os Seres Humanos são diferentes dos demais animais e que somos superiores. Mas da mesma maneira que não consigo acreditar em Deus, também não consigo acreditar que somos especiais. Apenas porque desenvolvemos um cérebro pensante em vez de desenvolver a capacidade de mudar de cor para se camuflar, voar no escuro graças a ultra-sons, detectar uma gota de sangue no oceano a quilómetros de distância, ter força para derrubar uma árvore, e todas essas capacidades especiais que outros animais desenvolveram. Mas tudo bem. Não critico a tua maneira de pensar. Apenas te vou tentar transmitir a minha caso estejas receptivo a ela.

QuoteUma coisa é certa, ao dizeres que o ser Humano é apenas comandado pelos instintos para encontrar parceira é uma coisa absurda, até mesmo estares a comparar-nos aos animais, visto para mim serem apenas os rôbos da natureza, ao contrario de nós, estás a esquecer-te dos sentimentos, por exemplo o amor, dizes que os animais tambem sentem isso? Eu acho que não...
Falaste em sentimentos, amor e tudo o resto com isso relacionado. Isso traduz-se numa só palavra - ââ,¬Å"afectosââ,¬Â. Que só por acaso é uma das necessidades básicas do Ser Humano e restantes Primatas, desde que nascem, tal como é a fome, a sede e etc. (quem diz Primatas diz também os Cetáceos (golfinhos e esses ââ,¬Å"peixesââ,¬Â todos (lol peixesââ,¬Â¦)) Ou seja, os mamíferos superiores) Amar é algo que não se aprende. É algo que já esta programado. Não se ensina uma criança a amar a mãe. É um instinto. Começa com a focalização em expressões faciais. A própria criança está programada para sorrir a partir de determinada idade para que tenha a atenção dos adultos. Será então correcto dizer-se que esses ââ,¬Å"afectosââ,¬Â se trate de algo não instintivo? Atençãoââ,¬Â¦ Não quero com isto levantar polémica e ter de ir a tribunal com o ââ,¬Å"Santo Papaââ,¬Â e o resto da máfia da cruz! É apenas umas abordagem mais neutra da existência humana. E se queres exemplos de amor no reino animal, falo-te então no Albatroz. Uma ave marinha com 2 metros de envergadura que cria uma relação para toda a vida com outro do sexo oposto. Que nunca mudam de parceiro e que vivem uma porrada de anos sempre a reencontra-se. Só se separam quando partem para o alto mar. Ou então falo-te de certas raças de Papagaios. Que igualmente criam relações desse género e quando o companheiro morre entram em depressão e arrancam as próprias penas com o desgosto. Isto a meu ver é uma representação de amor à escala de uma ave. Que no entanto, tratando-se de um ââ,¬Å"robô da naturezaââ,¬Â, deveria ser indiferente a esses acontecimentos. Mas como estes casos há bastantes mais. Infelizmente a abordagem clássica para a classificação do reino animal foi iniciada quando a ciência e a religião eram uma só. Daí que para a maioria das pessoas ainda exista este afastamento tão pronunciado entre o Homem e os animaisââ,¬Â¦

Quotejá agora, estás a dizer que nós todos, apreciamos esse tal modelo de mulher que escreveste ( seios grandes, cintura fina, etc.), se assim fosse, entao coitadas das mulheres que não têm essas caracteristicas... Aliás, a forma como vemos a beleza tem mudado muito ao longo dos séculos, por isso não podes dizer que isso é instinto ou algo parecido.
Quero desde já repetir de uma forma mais clara que o que eu quis dizer não foi que o macho só gosta do auge da perfeiçãoââ,¬Â¦ O que eu disse foi que inconscientemente buscará SEMPRE algo desse género. Vê isto um bocado como quando éramos pequenos e tínhamos um grupo de colegas dos quais tínhamos de seleccionar os da nossa equipa para jogarmos futebol. Escolhíamos sempre o ââ,¬Å"Ricaââ,¬Â porque era bom à baliza, depois o ââ,¬Å"Luís Pedroââ,¬Â porque marcava muitos golos, o ââ,¬Å"Nandoââ,¬Â porque corria ââ,¬Å"muito de forçaââ,¬Â e por aí fora. Até chegar à altura em que os que queríamos já estavam na outra equipa. Não era por isso que fazíamos birra e não acabávamos de formar a nossa equipa. Escolhíamos consoante o que havia disponível. O mesmo se passa na escolha de parceiros. Havendo falta de melhor joga-se com o que há.
Quanto à forma que vemos a beleza ter mudado, eu não creio que tenha mudado assim muito. Pelo menos nos pontos fulcrais. Se me falas de ââ,¬Å"gordura ser formosuraââ,¬Â em tempos de guerra e fome digo-te que mais uma vez o meio determina quem te parecerá mais saudável. Se a mulher com peste negra ou se a fidalga que pode comer.
Explica-me melhor a que te referias para te poder compreender o ponto de vista.


Navyseal, pára de dizer babuseiras lol O que tu querias sei eu bemââ,¬Â¦ Se procuras a explicação científica para esse tal de ââ,¬Å"clickââ,¬Â pesquisa sobre feromonas e compatibilidade genética. Pode ser que se dê o ââ,¬Å"clickââ,¬Â em ti também meu grandessíssimo Bonobo




Quote
QuoteKhAoTiK_TaChYoN, agora sim percebo ao que te referias quando falaste de elitismo. Pensei que te referias a outra coisa. Falando então nesse ââ,¬Å"elitismoââ,¬Â ao que eu me referiria como ââ,¬Å"diminuição da variabilidade genéticaââ,¬Â, isso não é algo que esteja ao nosso alcance mudar. É o meio que decide quais os genes mais aptos.

Os chamados dominantes, que se impõem sobre os genes recessívos. Para manter a variabilidade, apenas metade da informação genética da pessoa é usada na outra pessoa, ou seja, metade da informação genética é da mãe, metade é do pai.

A título de exemplo, imagina que ter cabelo escuro é dominante (de certa forma é, mas não é bem assim), logo se o pai tiver um gene que define o seu cabelo como sendo moreno e outro que diz que ele deve ser louro, o pai é moreno. Se a mãe tiver os dois genes que a definem como loura, a mãe é loura. O filho será moreno se o gameta que lhe é enviado pelo pai for o gameta dominante, caso contrário o filho será louro.
Ok... Não disseste nada que eu já não saiba. Mas esta aula de Biologia sobre genes alelos encaicha em que parte daquilo que eu escrevi? :?

Quote
QuoteO ser humano apenas tem o papel passivo de viver consoante o que tem. Mas se formos a ver desse prisma, então nunca haveria evolução. Há que seguir um rumo para que uma espécie se diferencie de outra e passem a ser distintas. Não vejo o ponto que referes como ââ,¬Å"contra-naturaââ,¬Â (a não ser que também não esteja a entender a forma como queres aplicar esse termo). Se uma espécie tiver de se extinguir por falta de variabilidade genética não deixa de ser algo natural. Não iria ser a primeira nem a ultima vez que algo acontece. Agora aplicando estes conceitos ao ser humano, é de se esperar que mais cedo ao mais tarde a espécie humana evolua para subespécies. Desengane-se aquele que acredita que o actual hominídeo ââ,¬Å"dominanteââ,¬Â no planeta, criado à imagem lá do ââ,¬Å"Deusââ,¬Â, é perfeito e eterno. Mas também não será por todos preferirem um estereotipo que a variabilidade cessa. Há muito por onde escolher dentro do mesmo estereotipo.

A questão da escolha do parceiro não é genética. Aliás, a questão da escolha está bem explícita no verdadeiro tema deste tópico... as influências da sociedade. Se eu vos disser que há alguns séculos os homens preferiam mulheres mais... \\'largas\\', muitos são capazes de não acreditar. Mas é verdade...

Hj em dia o ppl liga a TV só vê modelos mais magras que um taco de basebol, com pornada a torto e a direito... é claro que muitos se deixam moldar por aí. Cabe às pessoas serem inteligentes ao ponto de não se deixar afectar pela lavagem cerebral. Ou tentar utilizar a própria inteligência a nosso favor...
A sociedade pode dar voltas de 180Ã,º e vais continuar a ter os mesmos instintos. Podes deixar de saber lidar com eles correctamente. Mas não é num espaço de seculos que vão alterar. Isto digo eu... Claro...
O resto que escreveste em tom de lição de moral não foi pa mim de certeza. Pelo menos não o sinto como tal. A dita "carapuça" não me acentou  :wink:

Quote
QuoteQuanto ao resto sobre ââ,¬Å"disconaitesââ,¬Â e não sei das quantas não vale a pena falar mais. Já deu para eu perceber que levaste a peito a cena das ââ,¬Å"naitesââ,¬Â embora não tendo nada a ver com os teus hábitos. Esquece lá issoââ,¬Â¦

Eu não levei a peito. Apenas acho que estás errado em dizer que "toda" a gente escolhe enfiar-se numa discoteca e depois ir para outro lado. Eu penso que é mais ao contrário... a não ser que o último sítio seja mesmo a cama, acompanhado ou não.
La está... A expressão "toda a gente" não consta no que eu disse quanto a esse assunto. Portanto também não é por esta que vou parar ao banco dos réus [/align:0489555d85]