[Curiosidade] Teorias de Conspiração verdadeiras

Started by Lok, May 02, 2008, 05:35:31 PM

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Lok

Churchill e a execução de Hitler.


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Sir Winston Churchill, o primeiro ministro britânico durante a segunda guerra mundial, planeou executar Adolf Hitler na cadeira eléctrica se o líder Nazi caísse nas mãos dos aliados.

Documentos desclassificados revelaram que Churchill se opunha aos julgamentos por crimes de guerra, preferindo que as figuras mais importantes do estado Nazi fossem executadas, incluindo Hitler.

Esses documentos também revelaram que ele estava disposto a destruir aldeias e vilas alemãs indefesas, como retaliação pelas atrocidades cometidas pelos Nazis na Checoslováquia.

Operação Northwoods.

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De acordo com documentos secretos que foram revelados ao público, o exército americano aprovou planos para provocar atentados terroristas falso para atingir cidadaos americanos.

Aqui estao vàrios exemplos retirados dos documentos: Assassinar cidadaos norte-americanos nas ruas de cidades americanas; afundar barcos com refugiados cubanos; Ondas de terrorismo violento em vàrias cidades americanas, D.C., Miami, Nova Iorque etc.; Culpar pessoas por atentados à bomba que eles não cometeram; Sequestro de aviões etc. Apenas para culpar Fidel Castro, para depois começar uma guerra contra Cuba.

Uma das ideias que foi seriamente considerada involvia o astronauta John Glenn. Caso o foguetão explodisse e mata-se Glenn, os comunistas cubanos seriam culpados de sabotagem.

PDF com os documentos originais -> Link

Operação Gladio

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A Operação Gladio foi uma operação secreta de "stay behind" da NATO e da CIA na Europa do após-guerra, criada pelo Reino Unido e pelos EUA com o objectivo de montar exércitos secretos em todos os países europeus que se oporiam à invasão do Pacto de Varsóvia, bem como à expansão do Comunismo na Europa.

Era uma organização para-militar secreta, que possuía "combatentes" próprios e depósitos de armas secretos espalhados pela Europa. O objectivo era promover a sabotagem e guerrilha numa Europa ocupada pelo Pacto de Varsóvia.

Emblema das operações "stay behind" da NATO

Exércitos secretos "stay behind" da NATO existiram em todos os países europeus, incluindo a Turquia. Os seus operacionais eram recrutados entre os anti-comunistas radicais, ex-nazis e ex-fascistas.

Os detalhes de cada operação em cada um dos países são ainda desconhecidos, apesar de três países, Itália, Suissa e Bélgica, terem conduzido comissões de inquérito sobre o assunto.

Conhecemos alguns casos, no entanto.

Na Alemanha, a organização de Gehlen foi recrutada. Reinhard Gehlen tinha sido Major-General da Wermacht, encarregado da espionagem na frente leste. Foi recrutado para criar uma organização de espionagem contra a União Soviética. Gehlen teve também ligações com a organização ODESSA, criada pelos nazis para promover a sua fuga para a América do Sul. Mais tarde abordaremos a operação Paperclip, criada pela CIA para o mesmo efeito.

Dirigiu também os serviços de informação da Alemanha Ocidental até 1968.

Na Itália, muitos membros da Loja Maçónica P2 foram recrutados, incluindo Licio Gelli. A Loja P2 era composta principalmente por elementos do neofascista Movimento Social Italiano. Por uma minuta de uma reunião de 1959, sabemos que Gladio foi construída em torno do conceito de "subversão interna".

Nos anos 70, em função do apoio crescente do Partido Comunista Italiano no eleitorado, a estratégia passou a ser "estratégia de tensão" e Gladio quiz fazer parte.

O fundador da CIA Allan Dulles teve um papel preponderante na criação da Operação Gladio, e a maior parte das suas operações foi financiada pela CIA.

Josef Fitcher, num artigo no International Herald Tribune em 1990, descreve a "resistência da NATO", afirmando que estas redes anti-comunistas, presentes por toda a Europa, incluindo países neutrais como a Suíça e a Suécia, foram parcialmente fundadas pela CIA.

Alguns afirmam que o líder da Democracia Cristã, Aldo Moro, seria o fundador da Operação Gladio na Itália. Quer isso seja verdade quer não, o seu assassinato em 1968 pôs côbro ao "compromisso histórico", a criação de um governo de solidariedade nacional partilhando os cargos entre a Democracia Cristã e o Partido Comunista Italiano, o que constituiu, efectivamente, o objectivo da "estratégia de tensão" da Operação Gladio em Itália.

Gladio foi de início coordenada pelo Comité Clandestino para a Europa Ocidental (Clandestine Comitee for Western Europe - CCWC), fundado em 1948. Após a criação da NATO em 1949, este foi integrado no Comité de Planeamento Clandestino (Clandestine Planning Comitee - CPC) fundado em 1951 e dirigido pelo SHAPE - (Supreme Headquarters Allied Powers Europe), transferido para a Bélgica após a saída da França da NATO (a operação Gladio francesa manteve-se, contudo).

Segundo o ex director da CIA William Colby, a Operação Gladio era um "programa de primeira grandeza".

"Coordenados pela NATO, (os exércitos clandestinos) eram dirigidos pelos serviços secretos europeus em cooperação com a CIA e o SIS britânico (também chamado de MI6). Treinados com os Bóinas Verdes e os ingleses SAS, estes soldados clandestinos da NATO, armados com depósitos subterráneos de armamento, prepararam-se para uma eventual invasão soviética e a ocupação da Europa Ocidental, bem como para um eventual crescimento dos partidos comunistas locais. A rede clandestina internacional cobria os países membros da NATO, incluindo a Bélgica, Dinamarca, França, Alemanha, Grécia, Itália, Luxemburgo, Holanda, Noruega, Portugal, Espanha e Turquia, assim como países neutros na Europa, como a Áustria, Finlândia, Irlanda, Suécia e Suíça.

A existência destes exércitos clandestinos da NATO manteve-se um segredo bem guardado durante a guerra fria até 1990, quando o primeiro membro desta rede internacional foi descoberto na Itália. Tinha o nome de código Gladio, o termo latino para a espada de dois gumes. Enquanto a imprensa denunciava os exércitos secretos da NATO como "o melhor mantido e mais prejudicial segredo político-militar desde a Segunda Guerra Mundial", o governo italiano, sob severo criticismo público, prometeu desmantelar o exército secreto.

A Itália insistiu que exércitos clandestinos idênticos também existiam em todos os países da Europa Ocidental. Isso provou ser verdadeiro e investigações subsequentes descobriram que os exércitos secretos da NATO tinham os seguintes códigos, respectivamente:

Itália -------------Gladio
Bélgica -----------SDRA8
Dinamarca--------Absalon
Alemanha--------TD BJD
Irlanda -----------Taca na hÉireann
Grécia-------------LOK
Luxemburgo------Stay-behind
Holanda-----------I&O
Noruega-----------ROC
Portugal-----------Aginter
Suíça---------------P26
Turquia------------Counter-Guerrilla
Suécia-------------AGAG
Áustria------------OWSGV

A Aginter-press, em Portugal, fundada em Lisboa em Setembro de 1966, era uma agência noticiosa fictícia. Possuía antenas por todo o mundo. Dedicava-se à recolha de informações e actividade subversiva, tendo os seus agentes a cobertura de serem repórteres desta agência.

Um documento desta agência, intitulado "O Nossa Actividade Política", recuperado em fins de 1974, descreve a sua implicação na "estratégia de tensão": "A nossa crença é que a primeira fase da actividade política deverá ser criar as condições favorecendo a instauração do caos em todas as estruturas do regime (...) a nossa primeira actuação deverá ser a destruição de todas as estruturas do estado democrático sob a cobertura de actividades comunistas e pró-chinesas (...) Além disso, temos operacionais que infiltraram estes grupos (de estrema-esquerda)".

A Aginter press preparava-se, portanto, para realizar operações false flag.

Fonte Verdade Oculta

Massacre de My Lai

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My Lai (pronúncia em português: Mi-Lai) é o nome da aldeia vietnamita onde, em 16 de Março de 1968, centenas de civis, na maioria mulheres e crianças, foram executados por soldados do exército norte-americano, no maior massacre de civis ocorrido durante a Guerra do Vietname. Na véspera da operação, integrantes da Companhia Charlie, da 11Ã,ª Brigada de Infantaria, mandados à região por denúncias de que a área estaria servindo de refúgio para guerrilheiros norte-vietnamitas, foram informados pelo comando norte-americano que os habitantes de My Lai e das aldeias vizinhas saíam para o mercado da região as sete da manhã para compra de comida e que, consequentemente, aqueles que ficassem na área seriam guerrilheiros vietcongs ou simpatizantes.
Como consequência, integrantes de um dos pelotões da companhia, comandados pelo tenente William Calley, suspeitando que os habitantes encontrados fossem guerrilheiros e considerando todos como uma ameaça, abriram fogo indiscriminadamente contra os habitantes da aldeia, matando velhos, mulheres, crianças e recém nascidos em quase sua totalidade, num total entre 357 e 504 civis mortos, de acordo com a fonte, norte-americana ou vietnamita. No local hoje, há um memorial em que lista o nome de 504 vítimas. O massacre que durou várias horas de caça a sobreviventes, só foi interrompido por iniciativa de um piloto de helicóptero, Hugh Thompson, Jr., que vendo do alto a matança e o assassinato de civis feridos, pousou o aparelho e ameaçou atirar com as metralhadoras de sua própria nave contra soldados americanos.
O crime só veio a público um ano depois, devido a denúncias saídas de dentro do exército, por soldados que testemunharam ou ouviram os detalhes do caso ââ,¬â€œ e um deles escreveu a diversos integrantes do governo americano, inclusive ao Presidente Nixon ââ,¬â€œ e chegaram a órgãos de imprensa e às televisões. Jornalistas independentes conseguiram fotos dos assassinatos e as estamparam na mídia mundial, ajudando a aumentar o horror e os esforços dos pacifistas a pressionar o governo Nixon a se retirar do Vietname.
Em Março de 1970, 25 soldados foram indiciados pelo exército dos Estados Unidos por crime de guerra e ocultação de fatos e provas no caso de My Lai. Comparado pela média de esquerda aos genocídios de Oradour-sur-Glane e Lídice durante a II Guerra Mundial, que causou a condenação e execução de diversos oficiais nazistas depois da guerra, apenas o tenente William Calley, comandante do pelotão responsável pelas mortes foi indiciado e julgado.
Condenado à prisão perpétua, Calley foi perdoado dois dias depois da divulgação da sentença pelo Presidente Richard Nixon, cumprindo uma pena alternativa de três anos e meio em prisão domiciliar na base militar de Fort Benning, na Geórgia.

Fonte Wikipedia.

A bomba perdida

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Documentos classificados obtidos por um grupo de ex-trabalhadores de uma base americana em Thule. Sugerem que uma de 4 bombas de hidrogénio que vinham a bordo de um B-52 que se despenhou em 1968 nunca foi encontrada.

O acidente, que se sucedeu em janeiro de 1968, levou a uma crise de relações entre a Dinamarca e os estados unidos.
There is a time when the operation of the machine becomes so odious, makes you so sick at heart, that you can't take part; you can't even passively take part, and you've got to put your bodies upon the gears and upon the wheels, upon the levers, upon all the apparatus, and you've got to make it stop. And you've got to indicate to the people who run it, to the people who own it, that unless you're free, the machine will be prevented from working at all!