[Noticia] País perdeu 2463 escolas

Started by r1c4rd0100, May 17, 2007, 07:46:17 PM

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r1c4rd0100

Nos dois últimos anos o número de escolas em Portugal baixou de 14 973 para 12 510, passando a haver menos 2463. O encerramento de escolas do 1.Ã,º Ciclo com poucos alunos (6355 em 2004, 4509 no início deste ano lectivo) é uma das razões apontadas pela Inspecção-Geral da Educação (IGE) para a quebra. Ontem, pela primeira vez, um relatório da IGE foi tornado público pela tutela.

ââ,¬Å"As acções da IGE são discretas mas não secretasââ,¬Â, disse José Maria Azevedo, inspector-geral. Quanto ao encerramento de escolas, a ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues voltou a frisar que é uma medida ââ,¬Å"positivaââ,¬Â e permitirá melhorar os resultados.
O relatório ââ,¬ËœOrganização do Ano Lectivo 2006-07ââ,¬â,,¢ analisa e compara vários indicadores de uma amostra de 312 agrupamentos de escolas públicas, representativa de um quarto do universo de escolas, alunos e professores. Indica vários constrangimentos encontrados pelos inspectores nas visitas às escolas: 22 por cento dos jardins-de-infância ainda não asseguram o funcionamento até às 17h30 e a rede de cobertura da Educação Pré-Escolar é insuficiente. Há um ââ,¬Å"número significativoââ,¬Â de crianças com três anos que não são admitidas nos jardins-de-infância, nomeadamente em Lisboa e Algarve.
Na análise do 1.Ã,º Ciclo a IGE aponta a existência de muitas escolas (18 por cento) em regime de horário duplo ââ,¬Å"devido à escassez de instalaçõesââ,¬Â, o que tem consequências na capacidade de oferta de Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC). No entanto, o relatório diz que 90 por cento das escolas primárias oferecem AEC aos seus alunos. Algumas escolas ainda têm uma oferta insuficiente de serviço de almoço, sobretudo em Lisboa, mas no global a percentagem de estabelecimentos que oferecem serviço de refeições subiu de 47 por cento em 2005 para 79 por cento em 2006.

Em relação ao 2.Ã,º Ciclo, continua a observar-se ââ,¬Å"confusão entre alunos com necessidades educativas especiais e alunos com dificuldades de aprendizagemââ,¬Â. No 3.Ã,º Ciclo, o principal problema reside na ââ,¬Å"distribuição desequilibrada das actividades lectivas pelos dias da semanaââ,¬Â, havendo dias com oito ou mais horas e outros com cinco ou menos. A deficiente organização da rede de transportes escolares estará na génese do constrangimento. A IGE aponta ainda o dedo aos professores: nos 2.Ã,º e 3.Ã,º Ciclos e Secundário regista-se uma ââ,¬Å"utilização menos eficiente das horas da componente não lectiva dos docentes no desenvolvimento de projectos pedagógicos destinados a promover o sucesso educativoââ,¬Â.

Para a ministra Maria de Lurdes Rodrigues, as mudanças, especialmente as verificadas no 1.Ã,º Ciclo, ââ,¬Å"são impressionantes e alimentam o nosso optimismo. O horário alargado, as actividades, as melhores condições de trabalho e as refeições quentes vão permitir melhorar os resultados num espaço de tempo mais curto do que alguma vez pudemos imaginarââ,¬Â.

Fonte: JN

Teotónio Ricardo

Viva à ignorância em Portugal!
 :loli:

MuStAnG

VIVAAA!!! Vamos por um bom caminho vamos...

tiagotex

se for para fechar as escolas que não têm condições e levarem os alunos para melhores escolas, eu concordo

Navyseal

Yap e foi a grande maioria do que aconteceu as escolas. A maioria fechou por falta de alunos, abandono etc. Os gastos para dar aulas a menos de 10 anos sao muito elevados.
Já conheces o meu novo blog? http://slayeralfa.blogspot.com