Universitários

Started by acviper, September 17, 2005, 02:59:26 PM

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acviper

Oral da cadeira de Anatomia do curso de medicina:

Professor: Descreva o fígado.
Aluno: Os fígados...
Professor: Os fígados??!! Quantos são?
Aluno: Dois. Direito e esquerdo!


Oral da cadeira de psicologia do curso de medicina:

- Onde se localiza o centro de inteligência...? (área do córtex cerebral)
- Nos Estados Unidos da América.


Curso de Segurança Social, numa universidade privada Lisboeta:

- Diga-me lá porque é que a taxa de natalidade é menor nos países desenvolvidos.
- Porque se trabalha mais do que nos países subdesenvolvidos.
- Ai sim?
- E tem-se menos tempo.
- Menos tempo para quê?
O aluno, hesitante e já embaraçado:
- Menos tempo para fazer amor.


Oral na Faculdade de Medicina de Coimbra:

- Minha senhora, diga-me, por favor, qual é o órgão do corpo humano que dilata até sete vezes o seu tamanho normal?
A aluna retorce-se, transpira, cora indecentemente. Decide mesmo recusar-se a responder à pergunta.
Numa sucessão de respostas infelizes a outras questões, acaba por chumbar.
Na oral imediatamente seguinte, o professor resolve insistir na pergunta:
- Minha senhora, qual é o órgão do corpo humano que dilata até sete vezes o seu tamanho normal?
A aluna, respondendo prontamente:
- É a íris, senhor professor.
O examinador, com um sorriso largo:
- Por favor, diga à sua colega que vai ter muitas desilusões ao longo da vida.


Exame numa universidade privada, em Lisboa:

- Dê-me um exemplo de um mito religioso.
- Um mito religioso? Sancho Pança.
Estupefacto, o professor pede ao aluno para este escrever o que acabou de dizer.
O aluno escreve no papel:
\\"S. Xupanssa\\".


Prova oral da cadeira de Direito Constitucional, numa Universidade privada de Lisboa:

- O que aconteceu no 25 de Abril foi o início do regime autoritário salazarista. Mas quem subiu ao poder foi o presidente do então PSD, Álvaro Cunhal, que viria a falecer em circunstâncias misteriosas no acidente de Camarate.

- Quais são as batalhas mais importantes da história portuguesa?
- Antes de mais, senhor doutor, a batalha de Alves Barrota.
O exame terminou aqui.


Num instituto superior da capital, 1Ã,º ano de Relações Internacionais. A cadeira é Ciência Política. O professor é um distinto deputado à
Assembleia da República. A aluna, com rara convicção, explica ao examinador tudo o que se passou no dia 25 de Abril de 1974:
- A revolução de 74 significou a queda de um regime militar dominado pelo almirante Américo Tomás e pelo marechal Marcelo Caetano, que governava o país depois de deposto o último rei de Portugal, Oliveira Salazar. O 25 de Abril foi uma guerra entre dois marechais: o marechal Spínola e o marechal Caetano.
Obviamente, chumbou.


Outra versão, ainda mais criativa, desta vez numa Universidade privada de Lisboa, no 3Ã,ºano de Relações Internacionais:

- Descreva-me brevemente o que foi o 25 de Abril de 1974.
- Foi um golpe levado a cabo pelos militares, liderados por Salazar, contra Marcelino Caetano.
O professor, já disposto a divertir-se:
- E como enquadra o processo de descolonização nesse contexto?
- Bem, a guerra em África acabou quando Sá Carneiro, que, entretanto subiu ao poder, assinou a paz com os líderes negros moderados. Foi por causa disso que ele e esses líderes morreram todos em Camarate.
- Já agora, pode dizer-me quem era o presidente da República Portuguesa antes de 1974?
- Samora Machel.
Conta quem assistiu à oral que o professor quase agrediu a aluna.


Uma professora de Direito Constitucional numa universidade privada do Porto questiona o aluno sobre a Constituição de 1933. Esta consagra a impossibilidade dos descendentes da casa de Bragança se candidatarem à presidência da República.

- Diga-me lá, porque é que D. Duarte, segundo a Constituição Portuguesa de 1933, não poderia candidatar-se à presidência da República?
- Porque ele é actualmente o presidente português.


Noutra resposta à mesma pergunta, que esta professora recebeu:
- Porque vivemos num sistema monárquico.



Numa outra prova oral de Direito Constitucional, o examinador pergunta ao aluno:
- Quem substitui o presidente Jorge Sampaio em caso de impossibilidade temporária deste?
- A mulher dele, a Maria José Ritta.


Uma universidade privada em Lisboa, 1997.
A correcção manda que se diga que \\"as leis são emanadas pela Assembleia da República\\".
Discorrendo sobre o processo legislativo, um aluno responde que \\"as leis vêm em manadas da Assembleia da República\\".


1Ã,º e 2Ã,º ano do curso de Relações Internacionais, numa universidade privada de Lisboa. 1988/1996. Algumas preciosidades.


- Quem é o actual presidente dos Estados Unidos?
- O Perez Troika.

- Paris é a capital de que país?
- Bruxelas.

- Quando foi a Revolução Liberal em Portugal?
- Em 1640.

- Diga-me, por favor, o que é a Nato.
- É a Organização do Tratado do Atlântico Norte.

- E a OTAN?
- (o examinado, depois de pensar demoradamente) Bem, aí a doutrina divide-se.


- Então diga-me lá qual era o nome próprio de Hitler?
- Heil.

- Minha senhora, em que época histórica situa Adolfo Hitler?
- No século XVIII, senhor professor.
- Tem a certeza?
- Não! Desculpe. No século XVII.


- Quem foi o grande impulsionador do nazismo?
- (o aluno, rápido e incisivo) O Fura João Hitler.
- O \\"Fura\\".
- Sim. É a designação hierárquica de Hitler.


Numa outra oral. Cadeira de História das Ideias Políticas e Sociais:

- Qual é a obra de fundo de Adolfo Hitler?
- É a Bíblia alemã.

- Pode dizer-me o que é um genocídio?
- É a morte dos genes.
- Como?
- É a morte dos genes e dos fetos.


Cadeira de Direito Internacional Público, uma universidade privada do Porto. O professor, desesperado com a vacuidade das respostas de certo aluno emorais da especialidade, resolve tentar ajudar, recorrendo à geografia. Questionado sobre a localização da Escandinávia, o aluno responde que fica algures na Ásia.
O examinador, rendido, brinca agora.
- Podemos então passar a chamar-lhe Escandinásia.
- Se calhar, senhor doutor.
- Não sabe que a Escandinávia fica na Europa?
- Pois é, tem razão!
- E fica a Norte ou a Sul?
- A sul.
- E sabe apontar-me alguma característica dos escandinavos?
O aluno, depois de longa pausa:
- Bem, eu acho que eles não são pretos.

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