Quando o iPhone foi lançado nos EUA, no dia 29 de Junho, milhares de consumidores, na ânsia de serem os primeiros a comprar um dos "gadgets" mais antecipados de sempre, fizeram longas filas àporta das lojas da Apple.
Apesar de o preço do iPhone ser considerado um dos maiores entraves àsua massificação, a verdade é que houve muita gente que não se importou de desembolsar 599 dólares pela versão de 8GB.
Ora, na quarta-feira, o presidente da Apple, para além de apresentar os novos iPod, revelou que o iPhone de 8GB passaria a custar 399 dólares, menos 200 do que custava até então, e que o modelo de 4GB seria descontinuado.
Algo que, certamente, não terá agradado aos "early adopters" que, passado pouco mais de 2 meses, vêem o preço do iPhone cair 30%.
Ã,«O que tem a dizer aos clientes que compraram um iPhone por 599 dólares? Desculpem?Ã,» perguntaram os jornalistas Jefferson Graham e Edward Baig a Steve Jobs, numa entrevista para o USA TODAY.
A resposta de Jobs é passÃÂvel de ter deixado os clientes da empresa da maçã ainda mais vermelhos de raiva: Ã,«Ã‰ a tecnologia. Se o compraram hoje de manhã, devem voltar ao sÃÂtio onde o compraram e falar com eles. Se o compraram há um mês atrás, bom, é o que acontece com a tecnologiaÃ,».
Entretanto, avisada pela avalanche de crÃÂticas publicadas na Internet e enviadas por e-mail, a Apple apercebeu-se que podia estar a aproximar-se um desastre de relações públicas.
Numa tentativa de refrear os ânimos dos compradores irados, Steve Jobs publicou, na quinta-feira, uma carta aberta no site oficial da Apple, onde informa todos os que compraram o iPhone ao preço antigo que lhes será oferecido um crédito de 100 dólares na compra de qualquer produto disponÃÂvel nas lojas da Apple.
Fonte: ciberia...