A Apple Inc. está tomando medidas para reverter as crÃÂticas de ambientalistas do Greenpeace quanto àpolÃÂtica ambiental da empresa, afirmam eles.
Segundo Johnny Evans, do Macworld UK, no site GreenMyApple.org os ambientalistas fazem severas crÃÂticas àApple, alegando que a empresa ainda usa substâncias tóxicas em seus produtos que outras empresas do setor já estão abandonando.
Evans observa que a Apple, contudo, não aceita a culpa atribuÃÂda pela ONG ambiental e diz que a empresa não concorda com as alegações do Greenpeace e com seus critérios.
A ONG agora afirma, diz Evans, que Steve Jobs, diretor-presidente da Apple, encontrou-se recentemente com um investidor do Social Responsibility Fund "para discutir o histórico ambiental da Apple".
De acordo com Evans, o Greenpeace afirma que um porta-voz da Apple disse-lhes que a empresa se manterá fiel àsua estratégia e não pode garantir que, em algum momento, satisfará as exigências do Greenpeace. A Apple, no entanto, nega que algum de seus representantes tenha dado tal declaração ao Greenpeace.
Relatório recente da organização ambientalista mostrou a Apple atrás de empresas como HP, Dell, Nokia e Sony em suas práticas ambientais e de eliminação de elementos quÃÂmicos perigosos e em assumir a responsabilidade pelos produtos que são descartados pelo usuário, relata Evans.
"Discordamos da classificação do Greenpeace e dos critérios que eles usam", disse hoje (14/2) a Apple, segundo Evans. "A Apple tem um forte histórico ambiental e tem liderado a indústria na restrição e banimento do uso de substâncias tóxicas como mercúrio, cádmio e cromo hexavalente, bem como de muitos BFRs [elementos que retardam a combustão]. Também eliminamos completamente de nossa linha de produtos os monitores CRT, que contém chumbo. Os desktops, laptops e monitores Apple obtiveram os melhores resultados de sua categoria no ranking EPA da EPEAT, que adota padrões internacionais estabelecidos pela IEEE".
Fonte: MacPress (http://www2.uol.com.br)