[Escrita] O que ando a escrever

Started by Flávio Gonçalves, October 02, 2006, 06:10:17 PM

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Flávio Gonçalves

ââ,¬Å"Prisioneirosââ,¬Â é um livro emocionante, onde retracta o lado mais obscuro da sociedade actual. Depois da queda do Al-Quaeda, nasce uma nova rede mundial terrorista, desconhecida até a actualidade. A história conta-nos a vida de várias pessoas de diferentes nacionalidades antes e depois de serem feitos prisioneiros. Um deles está o prestigiado cientista da NASA que faz uma descoberta surpreendente que responderá aos mistérios mais antigos de sempre. A sua descoberta é utilizada a favor da rede terrorista para fazer a arma mais maligna de sempre. Em seguida, temos uma relação entre pai e filho, em Londres, que se metem numa encruzilhada que é mais negra do que eles alguma vez teriam pensado. Temos uma mulher da ONU que também é feita prisioneira e depois uma japonesa em busca do seu pai detective. Estas pessoas são metidas em torturas repugnantes e, após conseguirem escapar juntas, terão de lutar pela sobrevivência. O que eles não sabem é que o mundo inteiro depende de alguém que trave os constantes ataques e mortes provocadas pela nova rede terrorista que, já nessa altura, , teria desvastado dezenas de países, incluindo os EUA. ââ,¬Å"Prisioneirosââ,¬Â traz-nos suspense eleva-nos ao limite das organizações mais preocupantes de sempre.

Xô, esta sinopse foi feita por um amigo meu


Susan acordou na escuridão total. Começou a apalpar o vazio desesperadamente enquanto sentia uma leve brisa quente soprar-lhe os seus cabelos. Um bebé começou a chorarââ,¬Â¦ Sophie.
   Quando pôs as mãos no chão sentiu picadelas leves. Era areia.
   - Alguém me ajude!
   Os seus gritos saíram abafados pelo calor intenso. O suor de Susan escorregava lentamente devido à grande angústia que sentia. Estava cega.
O bebé não parava de chorar. Ela estaria alguresââ,¬Â¦ naquele sítio desconhecidoââ,¬Â¦
   Levantou-se desorientada e deu passos inseguros, caindo. As lágrimas pelo aperto que o peito lhe estava a dar começaram a brotar.
   - Olá, Susan ââ,¬â€œ Disse uma voz masculina, grave, segura.
   Susan levou as mãos aos olhos em tentativas desanimadoras para ver. Tossiu pelo ar abafador e começou a falar.
   - Quem és tu? Onde estou?
   - Oh, Susan, estarás num sítio bem melhor do que o deserto se me disseres a verdade.
   A mente de Susan fervilhava. Os berros da filha continuavam e a tentativa de tentar lembrar-se do que tinha ocorrido, deixavam-na ainda mais nervosa.
   - O que sabes sobre Furcht?
   - Isso significaââ,¬Â¦ medoââ,¬Â¦ emââ,¬Â¦
   - Alemão, sim.
   - Euââ,¬Â¦ do que está a falar?
   - Tomemos as coisas assim. Diga-me tudo ou não só você mas como a sua filha morrerão.
   O estômago de Susan deu duas reviravoltas. Não sabia do que o homem estava a falarââ,¬Â¦ contudo, a sua filha morreriaââ,¬Â¦ Oh, se pudesse ver!
   - Euââ,¬Â¦ Deve ter apanhado a pessoa errada. Por favorââ,¬Â¦
   - Estás disposta a morrer para que eu não saiba?
   Susan chorou a sua opressão. ââ,¬â€œ Por amor de Deusââ,¬Â¦ eu não sei do que está a falarââ,¬Â¦ Não a mate... Por favor!
   - Muito bem. Tu escolheste.
   Ouviu-se um disparo intenso que ecoou pelo espaço abandonado. Os gritos de Sophie já não se ouviamââ,¬Â¦
   Em seguida, outro. Agora Susan sentiu-se cair num abismo bem mais negro.


Este é o prólogo...

Bem, se tudo correr bem, quero publica-lo, e podem contar com palavrões... torturas... terror... aã... ok, convencido de mais? vou parar...


radikal-rider

:shock:

O pessoal não tá hábituado a ter um escritor no fórum loool

revx

Não encares o que vem a seguir como um comentário do contra... só critica construtiva porque no geral está um prólogo bastante bom...

" - Olá, Susan ââ,¬â€œ Disse uma voz masculina, grave, segura. " devia ser  "- Olá, Susan ââ,¬â€œ Disse uma voz masculina, grave e segura."

"Não sabia do que o homem estava a falar" devia ser "Não sabia de que estava o homem a falar"

"Susan chorou a sua opressão." - Isto não tem lógica nenhuma em português continental... que queres dizer com isto ? que começou a chorar devido à pressão feita pelo moçinho que estava a falar com ela ?

"Agora Susan sentiu-se cair num abismo bem mais negro." devia ser "Agora Susan sentia-se a cair num abismo ainda mais obscuro."

E não podes mudar a conversa do informal para o formal a meio de um dialogo...talvez o contrário, mas nunca de informal para formal, porque em português só usamos o meio de comunicação informal com quem temos confiança...
 :wink:

Fora isso tem mais alguns erros de menor importância... algumas tendências de português do brasil  :? tal como o " Em seguida" devia ser "De seguida" e como "Tu escolheste" devia ser "A escolha foi tua"...

Bom trabalho... é bom ver que alguém se interessa por escrever  

P.s. O resumo do livro também tem incoerências lógicas e linguistícas...
Carpe Ad Infinitum

Flávio Gonçalves

Vinha a este fórum diariamente para ver se alguém deixa uma crítica de jeito! Fico-te muito agradecido por teres apontado esses erros, obrigado mesmo.

revx

se quiseres ajuda a detectar mais erros manda-me o livro qnd tivers uma versão mais ao menos pronta
Carpe Ad Infinitum