Acesso a deficientes respeitado apenas em 3 por cento dos...

Started by r1c4rd0100, December 09, 2006, 09:17:57 AM

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Acesso a deficientes respeitado apenas em 3 por cento dos sites


Em cada 100 sites, apenas três apresentam as condições necessárias para o acesso a pessoas com deficiência visual ou física, revelaram as nações Unidas.

As Nações Unidas apresentaram um relatório onde revelam que, em 100 sites, apenas três respeitam as condições de acessibilidade a deficientes.

Das regras de acessibilidade definidas neste estudo faziam parte a facilidade no ajuste do tamanho do texto e a navegação pelos conteúdos do site, diferenciação das cores, atalhos de teclado e oferta de alternativas ao Javascript, que pode bloquear informação a muitos cibernautas.

Entre os utilizadores avaliados neste estudo estavam pessoas com deficiências visuais ou com dificuldade em utilizar o rato.

O Departamento Económico e dos Assuntos Sociais da organização, e uma empresa inglesa avaliaram uma centena de sites relativos a diferentes sectores de actividade, como viagens, informação, governamentais e comércio electrónico, em países como África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, Chile, China, Emirados Árabes Unidos, Espanha, Estados Unidos da América, França, Índia, Japão, México, Marrocos, Quénia, Reino Unido, Rússia e Singapura.

As páginas da chanceler alemã, Angela Merkel, do primeiro-ministro britânico, Tony Blair, e do governo espanhol são as únicas que cumpriram com todos os requisitos definidos para o estudo.

Os analistas concluiram que um quarto dos sites examinados estão em condições de rapidamente cumprir as regras universais, a um custo quase insignificante.


De acordo com um dos responsáveis da organização internacional, Thomas Schindlmayr, a Internet ainda está muito longe de atingir o seu máximo potencial no que respeita à utilização por pessoas com deficiências. "Os responsáveis pelas páginas em todo o mundo - incluindo as Nações Unidas - deviam estar atentos porque podem perder uma parte significativa da sua audiência por não terem páginas acessíveis a todas as pessoas", sublinhou.

Fonte: ciberia