Autor Tópico: Em que partido ponderas votar?  (Lida 12702 vezes)

Offline joaoppereira

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Em que partido ponderas votar?
« Responder #60 em: Fevereiro 28, 2009, 12:52:52 pm »
Desde que não seja no PS aka José Sócrates... Mas dos outros ainda não me decidi.

Offline Lok

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Em que partido ponderas votar?
« Responder #61 em: Fevereiro 28, 2009, 01:04:19 pm »
Citação de: joaoppereira
Desde que não seja no PS aka José Sócrates... Mas dos outros ainda não me decidi.

AKA salazarista latente. Esse senhor sòcrates è uma ameaça à rèpublica portuguesa, nunca vi tamanha corrupção e estratègias à la PIDE contra os cidadãos comuns.
There is a time when the operation of the machine becomes so odious, makes you so sick at heart, that you can't take part; you can't even passively take part, and you've got to put your bodies upon the gears and upon the wheels, upon the levers, upon all the apparatus, and you've got to make it stop. And you've got to indicate to the people who run it, to the people who own it, that unless you're free, the machine will be prevented from working at all!

Offline joaoppereira

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Em que partido ponderas votar?
« Responder #62 em: Março 03, 2009, 06:46:25 pm »
[quote name=\'Lok]AKA salazarista latente. Esse senhor sòcrates è uma ameaça à rèpublica portuguesa\' date=\' nunca vi tamanha corrupção e estratègias à la PIDE contra os cidadãos comuns.[/quote\']

Concordo plenamente contigo, no entanto não queria começar essa discussão por aqui.

Offline Navyseal

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Em que partido ponderas votar?
« Responder #63 em: Março 11, 2009, 06:09:05 pm »
Completei mais um pouco o quadro comparativo entre os diferentes partidos: http://tvtel.pt/analyzer/tabela
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Offline Navyseal

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Em que partido ponderas votar?
« Responder #64 em: Abril 25, 2009, 11:51:27 pm »
Encontrei um bom teste politico, estilo political compass, aplicado aos europeus e com todos os partidos portugueses:

http://euprofiler.eu/

Muito bom!
Segundo isto o meu resultado é o seguinte:

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Offline Navyseal

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Em que partido ponderas votar?
« Responder #65 em: Maio 05, 2009, 03:02:36 pm »
Para quem procura votar num inquérito mais completo sobre europeias e legislativas, leva apenas 15s, divulguem: http://spreadsheets.google.com/viewform?fo...MmtZUUxwVXc6MA..
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Offline Carlytos

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« Responder #66 em: Maio 07, 2009, 12:34:40 am »
Nem acredito no que vi: ps - 10 votos??? mas vocês estão doidos???
Por isso é k este País está nesta crise! Vamos é votar nos pequeninos, não vecem mas fazem barulho...

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Em que partido ponderas votar?
« Responder #67 em: Maio 07, 2009, 01:36:19 am »
Citação de: Carlytos
Nem acredito no que vi: ps - 10 votos??? mas vocês estão doidos???
Por isso é k este País está nesta crise! Vamos é votar nos pequeninos, não vecem mas fazem barulho...

Barulho que é abafado pelos media, não vá sair um Torriense ou um Gondomar e elimine os "cabeças de lista".
O PS já ganhou, não há grande oposição dos partidos tradicionais como o cds ou psd, na cdu e be o povo desconfia. Nos restantes o povo não vota porque não conhece e não têm humildade suficiente para dar um voto de confiança a um partido pequeno, justificando sempre "eles não vão fazer nada" lol e os outros fazem? lol

Vamos é ter uma rica taxa de abstenção pelo que me cheira. Lamurias+abstenção = a mais um reinado de ditadura da maioria.
« Última modificação: Maio 07, 2009, 01:38:29 am por Navyseal »
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« Responder #68 em: Maio 07, 2009, 01:29:22 pm »
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Laurinda Alves no Prós e Contras – 11 de Maio

Depois da polémica atitude da RTP, serviço público de televisão, só ter convidado para o primeiro debate cinco dos candidatos e da posição crítica da Comissão Nacional de Eleições sobre esta opção, vai realizar-se um novo debate, na 2ª feira, dia 11 de Maio, com todas as candidaturas. Laurinda Alves estará presente em representação do MEP.

O MEP definiu quanto à participação em debates, em coerência com o princípio de igualdade de oportunidades para todos os partidos concorrentes, que só participará nos debates em que tenham sido convidados todas forças partidárias.

Próximo dia 11 de Maio finalmente estarão todos os 13 candidatos frente-a-frente, isso sim é democracia! (esperemos que estejam os 13 e não apenas os pequenos lol)
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Offline sp3c

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« Responder #69 em: Maio 07, 2009, 08:36:29 pm »
para a Europa quase que digo TANTO FAZ... aquilo é um buraco onde entrem e passado 4 anos voltam

Espero que mude e muito cá em Portugal

Offline Navyseal

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Em que partido ponderas votar?
« Responder #70 em: Maio 11, 2009, 12:39:04 pm »
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Pequenos partidos apresentam várias propostas aos eleitores

Dar uma "voz mais poderosa" aos trabalhadores, trazer mais democracia à Europa, dissolver o Parlamento Europeu, referendar a restauração da monarquia e fechar as fronteiras são algumas das propostas dos partidos sem representação parlamentar para as eleições europeias.
Num debate promovido terça-feira à noite pela SIC Notícias, seis dos oito partidos sem representação parlamentar que concorrem às eleições europeias de 07 de Junho avançaram ao longo de hora e meia com algumas das suas propostas, que passam por ideias tão díspares como a colocação dos trabalhadores na gestão das empresas ou a introdução de quotas para os imigrantes.
Ausentes do debate estiveram os cabeças de lista do Movimento Mérito e Sociedade (MMS), Carlos Gomes, que vive fora de Portugal, e do Movimento Esperança Portugal (MEP), a antiga jornalista Laurinda Alves, que declinou o convite da SIC Notícias.
Entre os participantes, a crise foi um dos temas em debate, com o candidato do PCPT/MRPP, Orlando Alves, a defender uma "voz mais poderosa para os trabalhadores" e a discussão no Parlamento Europeu da redução do horário de trabalho para as 30 horas semanais.
Pelo Partido Operário de Unidade Socialista (POUS), a candidata Carmelinda Pereira foi mais longe, preconizando que devem ser os trabalhadores a controlar a gestão das empresas.
Carmelinda Pereira foi, aliás, a candidata que defendeu uma posição mais radical quanto à continuidade da União Europeia (UE), advogando a necessidade de "romper com esta UE" e "acabar com os tratados e as instituições actuais".
Pelo contrário, o candidato do Partido Popular Monárquico, Frederico Carvalho, apontou a eleição de dois deputados como o objectivo para 07 de Junho.
Referendar a restauração da monarquia foi outra das ideias defendidas por Frederico Carvalho, que lamentou a inexistência de democracia em Portugal.
As questões da segurança e da imigração foram igualmente introduzidas no debate, através do candidato do Partido Nacional Renovador (PNR), Humberto Nuno de Oliveira, que considerou ser o momento de "ter uma política de quotas de imigrantes realista".
Uma posição reprovada pelo candidato do Partido Humanista, Luís Filipe Guerra, que defendeu que "a solução não é fechar as portas à imigração", até porque "Portugal não tem excesso de imigrantes".
Igualmente mais moderado, Orlando Alves, do PCTP/MRPP, defendeu a "regulação da entrada de imigrantes", pois "não pode entrar tudo de qualquer maneira".
Quartin Graça, cabeça de lista do Movimento do Partido da Terra (MPT), advogou ainda "um novo rumo para a Europa", nomeadamente com uma maior participação dos cidadãos através de referendos.

in: http://www.jornaldamadeira.pt/not2008.php?...up=0&sdata=

Ps: não se esqueçam que hoje todos os partidos estarão no programa Prós e Contras às 22:42.
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Offline Lok

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« Responder #71 em: Maio 11, 2009, 04:45:02 pm »
Pelo Partido Operário de Unidade Socialista (POUS), a candidata Carmelinda Pereira foi mais longe, preconizando que devem ser os trabalhadores a controlar a gestão das empresas.
Carmelinda Pereira foi, aliás, a candidata que defendeu uma posição mais radical quanto à continuidade da União Europeia (UE), advogando a necessidade de "romper com esta UE" e "acabar com os tratados e as instituições actuais".


Muito bom, apesar de não concordar com o tal "romper" com a EU, o internacionalismo è algo muito importante no Comunismo.
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« Responder #72 em: Maio 11, 2009, 05:06:23 pm »
"Romper com esta UE" eles não concordam com as politicas em vigor na UE, mas também não querem afastar-se dela.
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« Responder #73 em: Maio 12, 2009, 12:46:36 am »
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Europeias: Cabeças-de-lista de esquerda e de direita divididos sobre desemprego

Lisboa, 12 Mai (Lusa) -- O combate ao desemprego foi uma questão que dividiu na segunda-feira à noite esquerda e direita, num debate na RTP1 entre os cabeças-de-lista dos treze partidos que apresentaram candidaturas às eleições para o Parlamento Europeu.

O cabeça-de-lista do PSD, Paulo Rangel, defendeu "a baixa dos custos unitários do trabalho" e acusou o Governo português de estar a "contribuir para o desemprego" ao recusar "pura e simplesmente" esse caminho.

Paulo Rangel apoiou também o investimento público, não em "mega obras", mas em "obras como as de requalificação do parque escolar", investimentos "oportunos, temporários e dirigidos".

O cabeça-de-lista do BE, Miguel Portas, contestou a "baixa do custo unitários do trabalho" defendida por Rangel, argumentando que essa opção "não cria nenhum emprego" e que "a taxa social única é uma parte do salário, a que o trabalhador renuncia hoje para poder recuperar amanhã".

Miguel Portas reiterou o lema do BE segundo o qual "empresa com lucros não é moral que despeça", propôs que se procure "baixar os custos de produção por via do crédito", através da Caixa Geral de Depósitos, e uma "apoio à política de reforma antecipada para fazer entrar no mercado as novas gerações".

O cabeça-de-lista do PS, Vital Moreira, considerou que a resposta do Governo português à crise e ao aumento do desemprego "foi altamente virtuosa" e que a aposta no "investimento público serviu para atenuar a queda de emprego, para manter e criar emprego".

A cabeça-de-lista da CDU, Ilda Figueiredo, concordou com "um quadro global de investimento público para criar emprego, com grandes, pequenos e médios investimentos.

Alegando que a União Europeia (UE) "desvalorizou por completo a questão do desemprego", Ilda Figueiredo defendeu um plano que inclua também "diminuir a jornada média de trabalho sem perda de salário" e um "aumento de salários e de pensões de reforma para dinamizar o poder de compra".

Segundo o cabeça-de-lista do CDS-PP, Nuno Melo, o Estado deve ajudar as empresas através de medidas como "a devolução do IVA mensalmente", a "compensação de créditos", a "baixa do pagamento por conta e do pagamento especial por conta" e "benefícios fiscais para as empresas com mais produtividade".

A cabeça-de-lista do POUS, Carmelinda Pereira, foi mais longe do que o BE na contestação aos despedimentos, defendendo que estes sejam proibidos em absoluto, e propôs uma "ruptura com a UE".

Por sua vez, o cabeça-de-lista do PCTP/MRPP, Orlando Alves, sustentou que "o desemprego é consequência do sistema que está instalado" e que a UE "não tem estratégia" contra o desemprego porque "a estratégia do capital para combater crise actual é precisamente aumentar o desemprego e baixar os salários".

Laurinda Alves, cabeça-de-lista do MEP, preferiu não indicar medidas concretas e fez um apelo "à mudança interior", a que cada um procure "um sentido de serviço, de construção do bem comum", em vez de esperar por soluções da UE.

Pedro Quartin Graça, do MPT, subscreveu a defesa de um "desagravamento das taxas sociais, das contribuições das empresas para o Estado, a par da redução dos pagamentos por conta e dos pagamentos especiais por conta".

O cabeça-de-lista do PPM, Frederico Duarte Carvalho, apontou como saída para a crise as energias alternativas, considerando que nessa perspectiva "Portugal é dos mais ricos da Europa", mas tem estado "a explorar mal os seus recursos".

Luís Guerra, cabeça-de-lista do PH, defendeu que a UE deve adoptar "os direitos fundamentais como prioridades políticas" e ainda "regular a actividade bancaria, qualificar as pessoas" e "dar outra participação dos trabalhadores na gestão das empresa, uma palavra no destino dos lucros".

Carlos Gomes, do MMS, declarou-se "a favor do aumento do salário mínimo" e do aproveitamento da Zona Económica Exclusiva (ZEE) de Portugal.

O cabeça-de-lista do PNR, Humberto Oliveira, culpou o "grande bloco central que nos tem governado, e que é muito mau aluno, esbanjado milhões da Europa" e defendeu uma UE que devolva autonomia aos Estados-membros.

IEL.

Lusa/Fim

in: http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&....stories/513908
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« Responder #74 em: Maio 16, 2009, 01:05:46 am »
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Bilderberg
Ferreira Leite e Pinho juntos na reunião dos mais influentes do mundo

A líder do PSD e o ministro da Economia vão participar nos encontros Bilderberg, uma reunião quase secreta que decorre durante o fim-de-semana na Grécia.

Há 55 anos que os líderes mais influentes da Europa e dos Estados Unidos da América se reúnem nos encontros de Bilderberg. Membros dos Governos, especialistas em defesa, empresários dos meios de comunicação social, banqueiros, economistas, líderes políticos e membros das famílias reais juntam-se para definir linhas políticas para o mundo. Este ano, o cenário é Nafsika Astir Palace Hotel, um hotel de cinco estrelas - como habitual - em Vouliagmeni, na Grécia.

Francisco Pinto Balsemão é membro permanente deste grupo e até já conseguiu trazer a reunião, em 1999, para Sintra. Além de ter estado presente em quase todas as reuniões desde a década de 80, o ex-primeiro-ministro e presidente da Impresa tem assumido a tarefa de seleccionar e convidar os portugueses que já marcaram presença nestes encontros de Bilderberg. Manuela Ferreira Leite e Manuel Pinho foram os escolhidos para lá estar, este fim-de-semana.

in: http://economico.sapo.pt/noticias/ferreira...undo_10480.html
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Offline Lok

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« Responder #75 em: Maio 16, 2009, 11:53:10 am »
Citação de: Navyseal
in: http://economico.sapo.pt/noticias/ferreira...undo_10480.html

Pode ser que decidam acabar com a "crise"....
There is a time when the operation of the machine becomes so odious, makes you so sick at heart, that you can't take part; you can't even passively take part, and you've got to put your bodies upon the gears and upon the wheels, upon the levers, upon all the apparatus, and you've got to make it stop. And you've got to indicate to the people who run it, to the people who own it, that unless you're free, the machine will be prevented from working at all!

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« Responder #76 em: Maio 18, 2009, 12:41:56 pm »
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Europeias: PSD admite Rússia na UE a longo prazo, PPM quer integração de Cabo Verde

O PSD admite que a longo prazo a União Europeia possa estender-se até ao Pacífico, integrando a Rússia, enquanto o PPM quer que Portugal apoie uma futura adesão de Cabo Verde.

A agência Lusa enviou um inquérito com questões europeias aos treze cabeças-de-lista às eleições de 07 de Junho para o Parlamento Europeu.

“Quais devem ser os limites geográficos, culturais ou políticos do alargamento da União Europeia” foi uma das questões colocadas, em resposta à qual nenhum candidato referiu a possibilidade de esta comunidade incluir Estados a sul da Turquia.

O cabeça-de-lista do PSD, Paulo Rangel, evitou estabelecer “uma definição cultural” para a UE e defendeu que “o limite geográfico deverá tendencialmente ser o da Europa”, sem excluir os países euro-asiáticos.

Em termos de alargamento, “politicamente” Paulo Rangel apontou como “prioridade incontroversa os Balcãs”, incluindo “a Sérvia e também a Albânia e a Bósnia, o que afasta a objecção muçulmana”, assinalou.

“Depois, uma segunda frente, que abarcaria a Turquia, a Moldávia e porventura a Ucrânia. E uma terceira frente que considerasse os países do Cáucaso e a Bielorrússia. Uma quarta frente que encarasse a questão da Rússia”, acrescentou o social-democrata, para quem “países como a Suíça, a Noruega e a Islândia deveriam ter sempre as portas abertas” da UE e deve ter-se em conta “a opção entre adesão e parceria”.

Para o cabeça-de-lista do PPM, Frederico Carvalho, “cabe aos portugueses apoiarem o alargamento ao Atlântico e, nessa lógica, defender uma futura integração do arquipélago de Cabo Verde na UE”.

No imediato, o PPM quer que seja criada “uma enorme euro-região atlântica”, que agrupe “os Açores, a Madeira, as Canárias e Cabo Verde, como membro observador” e que se faça “uma pausa temporária no processo de integração”.

O candidato do PS, Vital Moreira, subscreveu os “critérios de Copenhaga” para delimitar politicamente a UE: “Democracia, Estado de Direito, direitos fundamentais, direitos das minorias”.

No seu entender, “os limites culturais são os da Europa, na sua diversidade histórica, religiosa, linguística, étnica” e “os limites geográficos são os do continente europeu, sem prejuízo da extensão a países confinantes que compartilham da identidade cultural europeia, como já sucede hoje com Chipre”.

Para a cabeça-de-lista da CDU, Ilda Figueiredo, o alargamento da UE deve ir até onde quiserem os “povos dos Estados-membros e dos países candidatos”, respeitando-se os interesses “de todos, e não, como aconteceu nos dois últimos alargamentos, servir fundamentalmente interesses da Alemanha e de outras grandes potências”.

Também na opinião do candidato do BE, Miguel Portas, os limites da UE devem ser “os que
a política determinar e os povos quiserem”.

“A União já tem territórios no Índico e na América Latina. Pode incluir a Turquia, se os turcos quiserem, e se a Turquia cumprir os critérios de democracia e respeito pelos direitos humanos que a UE lhe colocou. Esses e não outros”, acrescentou Miguel Portas.

Embora concorde que os limites sejam “os que a razoabilidade política entre os Estados-membros indicar”, o cabeça-de-lista do CDS-PP, Nuno Melo, tem uma posição que exclui a adesão da Turquia: “Não vejo a UE a chegar ao Curdistão”.

“Importante nesta fase complicada é sedimentar os últimos e os próximos alargamentos: os de Leste e aos Balcãs”, considerou Nuno Melo, indicando como critérios para a adesão à UE “Estado de Direito, democracia pluralista, economia de mercado, liberdades sociais, políticas e religiosas”.

Para o PCTP-MRPP, “do ponto de vista da unidade e da luta dos povos e trabalhadores europeus, salvaguardada a respectiva identidade cultural e a sua soberania, não se pode falar em limites” e as adesões devem ser sujeitas a “referendo nacional” que “valesse por uma só vez”.

“Nenhum país deve entrar na UE sem subscrever os princípios básicos da democracia, de que é máximo expoente o da separação de poderes. O paradoxo é que a própria UE não os segue nas suas estruturas e instituições”, respondeu o candidato do MPT, Pedro Quartin Graça.

O candidato do PNR, Humberto Nuno de Oliveira, contestou “a Europa das fronteiras escancaradas” e defendeu em seu lugar “uma aliança entre Estados soberanos” em que os povos possam “escolher sozinhos o seu futuro”, fechada a “países que não partilhem da herança civilizacional europeia, como é o caso da Turquia”.

Uma outra UE, “assente na cooperação solidária entre nações soberanas”, é também a vontade da cabeça-de-lista do POUS, Carmelinda Pereira, que não pôs limites à sua extensão. “Falamos de um outro paradigma de organização social, política e económica, cujas formas e limites a vida irá concretizar”, disse.

A candidata do MEP, Laurinda Alves, declarou que “apoia a entrada de novos membros”, em particular dos actuais candidatos, e veria como “uma excelente notícia para o Mundo, uma óptima garantia em favor da paz” a adesão da Turquia.

“O recente alargamento da União Europeia para 27 Estados Membros constitui um passo que convém agora solidificar e harmonizar antes de pensar em integrar novos membros”, defendeu o cabeça-de-lista do MMS, Carlos Gomes.

De acordo com o candidato do PH, Luís Guerra, “os candidatos a membros” da UE têm de “ter um regime político democrático e respeitar os direitos humanos”, não devendo “haver outros limites, designadamente culturais”. Nestes termos, o PH admite a adesão da Turquia e mesmo de “países que não estejam geograficamente em território europeu”

in: http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=7256
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Offline ratico

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« Responder #77 em: Maio 21, 2011, 09:39:37 am »
Sobre este assunto, só tenho a dizer que ando a cantar esta musica como muitos portugueses:


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