40 milhões de anos sem sexo não impediram evolução de espé

Started by r1c4rd0100, March 23, 2007, 04:46:41 PM

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40 milhões de anos sem sexo não impediram evolução de espécie


Um grupo de organismos que se manteve durante 40 milhões de anos sem sexo conseguiu, ainda assim, sobreviver e evoluir para espécies diferentes.

Sobreviver e mesmo evoluir sem sexo durante mais de 40 milhões de anos é possível.
A pesquisa que levou a esta conclusão foi publicada na revista PLoS Biology e centrou-se numa espécie de animais microscópicos, que vivem normalmente em ambientes com água, denominada \\'bdelloid rotifer\\'.
As pequenas criaturas transparentes, todas fêmeas, reproduzem-se através de ovos que, embora não fertilizados, são clones genéticos da mãe.

Fósseis e dados moleculares analisados durante o estudo permitiram concluir que esta espécie vive há cerca de 40 milhões de anos sem se reproduzir sexualmente e que, apesar disso, foi capaz de evoluir para diferentes espécies. Outras formas de vida com características semelhantes já desapareceram do planeta, mas esta espécie não só conseguiu sobreviver como evoluiu através do que os cientistas crêem ter sido uma adaptação a ambientes distintos.

A equipa analisou animais que viviam em diferentes ambientes aquáticos em diversos países, e concluiu que evoluíram adaptando-se às diferenças do seu meio ambiente.

Uma análise a fósseis a par de um teste de ADN contribuiram para concluir que a espécie sofreu muitas alterações ao longo dos anos. Tim Barraclough, um dos investigadores da equipa do Imperial College of London considerou: "Estas são de facto criaturas fantásticas, cuja própria existência põe em questão o conhecimento centífico", afirmou, acrescentando que "a sua capacidade para sobreviver e adaptar-se à mudança levanta certamente questões interessantes sobre a compreensão do processo evolucionista.

Os sobreviventes são diferentes dependendo do ambiente que os rodeia. Foram encontrados, por exemplo, dois tipos que habitavam como parasitas no corpo de outro animal, um piolho de água. A espécie que vivia nas pernas do animal era diferente da que habitava no peito. Um era maior do que o outro e a forma da sua boca era também diferente.

Fonte: ciberia

Navyseal

Isto é alguma novidade?  :|
Há seres assexuados normalmente multiplicam-se por divisão binária ou fragmentação embora existam outras formas de reprodução assexuada. Possuem smp o código genético do progenitor e para este ser alterado terá que ser devido a factores ambientais (por ex: radiação) ou vírus.
Já conheces o meu novo blog? http://slayeralfa.blogspot.com

tiagotex

isso não é novidade nenhuma eu já dei isso a biologia